Corte-poético

“Uma pedra num fundo do lago

Envolta em água translúcida que pesa

Neste fluxo que me cerca, apago

A prisão in-desejante

Não dos olhos, ansiosos como o amor

Ou da mente, submissa como a reza

Recluso num lugar que de tão misterioso

Fez-se angustiante.”

(Oluap Sellet)

 

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